“Aquele que luta com demônios deve acautelar-se para não tornar-se um também. Quando se olha muito tempo para o abismo, o abismo olha para você”. – Friedrich Nietzsche
Se você jogou MMO no último ano, talvez tenha ouvido falar sobre alguma das fases desse produto (final, mas inacabado e sempre em transformação) chamado Abyss. Durante o período de um ano este grupo passou por “filtros” e provações até chegar à sua formação atual.
Do mês de maio de 2008, de uma fração da então Invictus que ressurgiu como Phoenix (on the Sword), para então mesclar-se e fundir em Insurrection, atravessando jogos e barreiras, dividindo-se e remanescendo – por vezes diminuindo (em número) para crescer (em valores).
De guilda para guilda, gerando laços e sentimentos... Noite após noite no Ventrilo, entre risos e discussões, entre brincadeiras e palavras sérias. Do virtual para o real e reencontrando-se, após todos os conflitos, em um grupo de amigos. Sempre diferente, sempre novo.
Após períodos turbulentos e outros, tediosos, em que mal se reconhecia, encarando a decadência e, por fim, reinventando-se. “É preciso ter asas quando se ama o abismo”.
De tudo o que uma guilda constrói, pouco fica de concreto. Em geral, quando a diversão acaba, pouco resta, além de uma referência perdida a um grupo que existira em dias passados e era capaz de descer esta ou aquela dungeon, de derrotar determinado inimigo ou invadir certa região.
E nós nos orgulhamos por transcender à regra conquistando algo mais que cidades, zonas e batalhas virtuais. Prosperamos no campo da amizade. E da história enquanto amigos.
Haverá toda sorte de clãs com anos de existência e “tradição”, mas, certamente, pouquíssimas com uma história tão rica. Haverá, certamente, guildas com cargos, sub-cargos e hierarquias extensas de nomes pomposos, que após a análise e apreciação dos currículos dos candidatos que preencherem devidamente o número de horas por dia, o número de kills e a pequena lista de pré-requisitos, o rendimento, a dedicação e a devoção; e, após a rigorosa seleção dos candidatos que, então, depois – é claro! – de extensos períodos de testes, entrevistas, dinâmicas e sei lá mais o quê, comprovarão serem dignos da honra de fazer parte da digníssima... onde eu estava mesmo!? Mas... eu já tenho emprego!
Enfim... A prioridade, aqui, é diversão. Hardcore? Na imersão, na intensidade, na maturidade dos membros e, como não poderia deixar de ser, na diversão. Casual em essência, na descontração e na irreverência.
Somos uma família e nosso objetivo é aprimorar continuamente esse ambiente.
Quer entrar? Venha bater um papo no Ventrilo e traga o coração aberto.